quarta-feira, janeiro 21, 2015

Olhando Para O Céu

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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Olhando Para o Céu
 (Reynollds Augusto)

Amigo leitor vou te contar um segredo, mas peço discrição. É que quando eu era adolescente, aqui na cidade de Itaporanga, a nossa Rainha, eu saía na escuridão da noite para ver se conseguia divisar algum OVNI, ou disco voador. 

Todo mundo tem um pouco de “doidera”. Isso faz parte.  Se bem que a busca é possível.  Ou você acredita que nos bilhões de mundos que pululam no espaço infindo, só existe vida no planeta Terra. Seria muita coisa para nada.  Isso sim seria “doidera”.

Fazia isso sempre na madrugada, no silêncio reflexivo, onde as mentes dormiam para o refazimento das forças orgânicas.  Lá estava eu, à cata dos vizinhos do universo.

Esse “negócio” me fascinava e me fascina. Hoje está difícil. Primeiro porque o “progresso” chegou trazendo os marginais. Geralmente tem droga e tiros no meio.  Aqui na Rua do Colégio Padre Diniz, vez por outra a polícia chega e prende os iludidos. Outro dia um desses saiu correndo atrás de outro com um revólver e o tiro correu solto. A policia logo chegou e o prendeu.

O poder público deveria proibir esses “barracos ” nos canteiros públicos, que alimentam a ilusão. O Estado é hipócrita, e a sociedade também. O álcool é a droga que mais mata , que mais traz prejuízos ao sistema de saúde e que mais leva as pessoas á degradação moral. Tudo começa aí.

Mas, hoje não procuro mais Óvnis.  Os cientistas afirmam que não existe um só universo e sim vários. Sem falar no universo espiritual, que eles sequer cogitam.  É muita distancia. E não seria interessante fazer uma visita turística nesse “planetinha” Terra, que o homem orgulhoso e egoísta destrói paulatinamente.

Somos selvagens, primitivos mesmo.

É claro que os habitantes desses outros  orbes têm corpos físicos relacionados com a natureza dos seus planetas. Mas, não seriam feios, como pintam. Quem tem  tecnologia para varar o universo e chegar á Terra, deve ser  uma comunidade muito inteligente.

Os imortais disseram a Kardec que o aprimoramento moral segue o intelectual, mas nem sempre em paridade. É que o aperfeiçoamento da razão ajuda no desenvolvimento do sentimento e com a compreensão da vida, o homem vai deixando de ser primitivo, aperfeiçoando a moral.

O mal do mundo é a ignorância das leis naturais. Do sentido espiritual da existência.

Dificilmente haveria vida, como a conhecemos, nesses planetas próximos da Terra. Vênus e Mercúrio “são quentes para dedéu", os demais são frios demais.

Outra estrela “bem pertinho” do nosso planeta, além do nosso sol, é a “Próxima Centauro”, mais ou menos 41 milhões de quilômetros. Chegar aqui nem pensar. Numa nave á velocidade da luz, mais ou menos trezentos mil quilômetros por segundo, levaria quatro anos para chegar ao nosso sistema solar.

Eu vou confessar outra coisa. Deixei de procurar OVINIs

Mas que eles existem, existem.


PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO

domingo, janeiro 18, 2015

Lidar Com as Perdas

PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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Lidar Com As Perdas
(Reynollds Augusto)

Hoje eu recebi o “Post” do meu primo e irmão Carlos Augusto de Carvalho, hoje um pastor Evangélico, mas um pastor mesmo, seguidor de Jesus, o mestre da vida. Trata-se de um testemunho, de um senhor senil,  feito no seu ambiente religioso, e que começara lendo um pensamento do líder religioso e pensador Dalai- lama.
“Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.”
A verdade cabe em qualquer lugar e não é patrimônio de ninguém. Essa expressão eleita pelo senhor de idade, no prelúdio da sua fala e no seu ocaso da vida física, diz uma verdade que incontestável. NÃO SABEMOS VIVER.
A maioria de nós só sabe existir. Dorme, come, bebe, pratica sexo, ganha dinheiro, para no outro dia fazer tudo de novo. “São autômatos sociais e não pensam na grandeza da vida e por isso “vivem, como se nunca fosse morrer e morrem como se nunca tivessem vivido” e vou pedir licença ao Dalai-lama, para acrescentar:” e morrem sem saber, que continuarão vivos.
A morte, que não manda aviso chega para nos chamar à outra etapa de vida e, quase sempre, a “casa” cai. Somos como que crianças frágeis psicologicamente, corremos atrás de colo, mas, ninguém se prepara para esse momento de supetão. É um processo de maturação de compreensão da vida.
Ontem, no Centro Espírita Jesus de Nazaré, aqui de Itaporanga, tratamos de algo parecido. O exórdio feito pelo Contador Vicente Tobias e a exposição pelo Oficial de Justiça Reynollds Augusto que  tratou desse tema.
Nós sabemos e não vivemos, isso é hipocrisia;  mas pior é quem não sabe e portanto dificilmente viverá. Isso é atraso espiritual, mesmo.

Mas, todos têm seu tempo, que em essência não existe. O grande pai da igreja católica, Santo Agostinho e que voltara em espírito, para ajudar na Codificação da Doutrina Espírita, que é Jesus de volta, sem nunca nos ter deixado já asseverou:
“Que é o tempo? Se ninguém me perguntar, eu sei, se desejo explicá-lo a alguém que me pergunte, não sei mais”.
Estou relendo um livro do pensador espírita, Hermínio C Miranda, chamado “A MEMÓRIA E O TEMPO,  que trata desse tema, com maestria, e quanto mais nos aprofundamos nessas questões, de ordem filosófico-espiritual, é que vemos o quanto só existimos. A maioria de nós, “amarrados” aos preceitos, conceitos, de ordem material estamos adormecidos.
Outro dia uma amiga do coração estava em pratos e sentindo-se culpada, pois um sobrinho, praticamente seu filho, na flor  da idade, havia desencarnado em acidente de carro e ela estava deprimida. Apesar de tentar fazê-la entender o processo por outro prisma e que o evento só foi um até logo, pois ao nascer, já estamos todos condenados á morte do corpo físico, ficou difícil.
Infelizmente as religiões, de uma maneira geral, não tratam do tema com lógica, racionalidade e isso causa insegurança, ficamos sem esteio. 

Reynollds, com esse CPF, com esse Rg, só existe uma vez. E ele, também só morre uma vez. Mas, a individualidade, que representa a soma das nossas personalidades, ao longo dos milênios sem fim, desde a mônada até a angelitude, que significa evolução plena e que as religiões chamam de “salvação”, jamais morrerá. Somos imortais.

O corpo está passado. O planeta Terra está passando.
O espírito segue imortal.
APRENDA A VIVER!
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO



sexta-feira, janeiro 16, 2015

A Questão do Desapego

A Questão do Desapego
                ( Cláudia Bandeira)
        

                   Um assunto que tem me chamado a atenção ultimamente é a questão do desapego. Como somos apegados às coisas e às pessoas... Como sofremos quando perdemos um alguém querido... É como se parte de nós fosse junto com o outro alguém e provamos o gosto amargo que deixa a dor de uma separação... A verdade é que somos péssimos perdedores e por isso pagamos um preço alto, o fim da ilusão de posse! A posse é ilusão do ego.

Certa vez, na nossa reunião de quarta-feira, educação dos Sentimentos, uma amiga me chamou numa conversa reservada e me falou da sua dor. Ela tinha perdido uma pessoa muito querida e aceitar esse fato estava lhe custando muito. Como espírita, falei-lhe o que deveria falar, o que havia aprendido com a religião, mas como pessoa frágil que sou, disse o quanto estamos despreparados ainda para as perdas.

Não é fácil ver alguém que amamos se despedir assim, sem mais nem menos, sem um aceno de adeus, uma palavra, um depois...

Desde que o mundo é mundo sabe-se que a morte existe, que ela faz parte da vida, mas não nos acostumamos ainda com o vazio deixado por alguém depois que se vai.

O psiquiatra suíço Carl Jung já dizia que aceitar a vida é aceitar a morte, pois as duas coisas fazem parte da vida. Do berço ao túmulo, uma abre e a outra fecha o ciclo da existência terrestre. Mas, por que falar de morte ainda é tão difícil? Porque não estamos preparados para as perdas. Como seres gregários que somos, temos dificuldades em desapegarmos de algo ou de alguém, embora na vida sofrêssemos muitas perdas. A primeira é quando percebemos, ainda bebês, que não somos nossa mãe, que aquele ser maravilhoso que nos alimenta, nos acolhe, nos abriga, é um ser distinto de nós... sofremos perdas quando se vãos  os primeiros dentes de leite, quando o bichinho de estimação morre, quando deixamos o aconchego do lar para irmos à escola, quando recebemos um “não” como resposta, quando o melhor amigo vai morar em outra cidade, quando não obtemos o êxito desejado naquela prova a qual nos desvelamos para tirar boa nota... e, claro, quando numa paixão sentimos a negação do bem querer, nos sentimos rejeitados... Que perda! Pior do que isso, acreditam muitos, só o prejuízo da morte.

Em algumas dessas situações nos sentimos imensamente tristes, em outras, frustrados. A vida nos traz muitas situações de perdas e nem sempre sabemos aceitar o que nos foi tirado. Essa atitude causa, muitas vezes, terrível sentimento de revolta e então sofremos duas vezes: a perda e a revolta.

O grande filósofo Univérsico, Huberto Rohdem, nos diz em seu livro “Por que Sofremos”” que há entre os sofredores três classes: Os revoltados, os resignados e os regenerados. “Os revoltados assumem atitude negativa em face do sofrimento, que, por isto, os leva à frustração. Os resignados toleram em silêncio o inevitável, ficam numa estagnação neutra, já os regenerados assumem uma atitude positiva em face do sofrimento servindo-se dele para sua maturação espiritual.”

A verdade é que a aceitação de perdas vai depender muito da nossa evolução espiritual, quando finalmente entendermos que no universo nada se perde, tudo se transforma, como já nos dizia um velho axioma, entenderemos que nosso sofrimento é passageiro.

 Não estou sugerindo que não deva haver sofrimento, dor, choro e até puxão de cabelo, nada disso, esses sentimentos são próprios do ser humano e não evoluiríamos sem esses “traumas”, esse choque de realidade é que nos impulsiona para frente, nos torna mais forte para certas circunstâncias que certamente aparecerão na nossa vida.
O ideal seria que estivéssemos sempre preparados para os imprevistos, já que o nosso mundo exterior está repleto de causas inevitáveis, de atitudes inevitáveis e de perdas inevitáveis, a maneira que passamos a enxergar essas inevitabilidades é que faz a grande diferença.


* Cláudia Bandeira. Texto discutido em  Reunião de “Educação dos Sentimentos, que acontece todas as quintas no Centro Espírita Jesus de Nazaré, pelas 20 horas. Estamos tratando do epísódio: “Morte”

segunda-feira, janeiro 12, 2015

Os Destinos se Cruzam


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Reynollds Augusto adicionou 5 novas fotos — comAlessandra Marques e Williana Mangueira.
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PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO
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Os Destinos Se Cruzam 
(Reynollds Augusto)

Na vida não há propriamente fatalidade e sim reação. Todos nós estamos envoltos da lei natural, que a todos abrange e que dita o destino de cada qual. É a “Constituição Material de Deus”, a lei de causa e efeito, que ninguém consegue fugir. Está escrito na consciência de cada criatura e na hora do “julgamento” não há como se esconder ou fugir de si mesmo. Está lá “todo o processo”, devidamente instruído e com cem por cento de acertos, sem temeridades.
Isso me fez relembrar do meu irmão médico, Ernani Diniz, que hoje mora lá para as bandas do Recife: Rey, “quando eu desencarnar (morrer), assim que despertar no mundo dos espíritos e eles me apontarem o lugar para onde eu deva ir, não vou nem discutir, abaixo a cabeça e sigo feliz. Está tudo certo”.
E eu também.
Jesus, o mestre dos mestres, nosso guia e modelo, foi quem disse isso: a cada um segundo as duas obras e para sair daqui, do Planeta Terra, é preciso pagar o último ceitil. E para isso, “tome reencarnação”, pois é “preciso nascer de novo”. Uma existência de cem anos é um segundo no relógio da eternidade e não dá para nada. Ainda bem que somos imortais e fomos criados para aperfeiçoar o sentimento e a razão. É isso que é “salvação”.
A morte do corpo físico pode ser considerada uma fatalidade, ninguém dela fugirá, mas é fatalidade para o corpo, que precisa devolver á mãe Terra os elementos químicos que tomou emprestado, ou melhor, que Deus tomou emprestado para sua formação.
Se bem que emprestado não é bem o termo, pois “ele” é a causa causal de tudo. E não há propriamente morte, pois o corpo servirá de esteio para formação de outras vidas, pois na natureza nada se perde tudo se transforma como disse, acertadamente, o químico francês Lavoisier.
Alias não se faz mais francês como antigamente.
Mas, eu estou divagando muito e nem é disso que quero “escrevinhar”. É que o pensamento corre solto e ele é preciso domar. Deu até para rimar.
Mas, hoje eu fui ao enlace matrimonial de Ivan e Dalvani, no sítio Olho D’água, da cidade de Ibiara. Ela de Bonito de Santa Fé e ele de Ibiara. A “parentada” da minha esposa estava toda lá. Um povo bonito, gentil, feliz.
Festa de casamento no sítio é de arromba. Tem-se de tudo e mais um pouquinho e os donos da festa só permitem a despedida dos convidados na última galinha, e de capoeira. Mas ou menos isso.

Mas, eu gostei mesmo foi da cerimônia de casamento. É um momento social-religioso bonito, com palavras acertadas do sacerdote que conclama o casal para uma vida feliz. Uma bela capela ornamentada com as cores do meu sertão simples, mas feliz.
O sacramento do casamento para os nossos irmãos católicos é importante. É o marco de uma nova etapa de vida. Bem sabemos que a união se dá com o amor verdadeiro, depurado, cúmplice da relação consciente. A cerimônia é só uma ritualística. Como o padre disse: “nós não nos casamos para se juntar, quem se junta são os animais...” Se une se casa, para fazer a felicidade acontecer. É a formação de duas vidas em “uma única vida”, com respeito ás diferenças pessoais. A caminhada fica menos dura.
Na Doutrina Espírita nós não temos sacramentos, rituais. A proposta é mais de fundo, espiritual. Mas, como a união à minha amada aconteceu em tempos difíceis, que não cabe aqui publicitar, e o nosso casamento se deu tão somente no cartório, com a linda juíza Doutora Túlia, cujo contato perdi e duas amigas, testemunhas; ao completar 25 anos de casados, vou casar-me novamente, reforçar os votos, fazendo uma festa aos amigos, pois estou devendo.
A cerimônia será na área de lazer do meu amigo “DÉ”. As damas de honra serão minha filha Julliana e a minha sobrinha, Maria Vitória. O “celebrante” vou convidar o meu irmão EDUARDO MAIA, lá de João Pessoa, que a convite da nossa querida Vera, “fez o casamento” na Praia, da minha princesa UIRA, que linda me fez chorar. Com belos textos contidos de “O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO” e mensagens espíritas dos imortais em torno do casamento. Não será um casamento com aquela “pompa havaiana”, mas será uma cerimônia feliz, com os amigos do coração. Quem sabe dará certo? Se sim, faço os dos 50 anos.
Não Será um casamento Espírita, pois definitivamente, não existe. Mas será uma cerimônia de Espírita, com os amigos, irmãos, parentes... Todos presente, para juntos comemorarmos um casamento que deu certo.
Felicidades a Ivan e Dalvani.
PENSE NISSO! MAS PENSE AGORA MESMO.
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terça-feira, janeiro 06, 2015

Do Face.

    Essa é do passado
    Itagiba sempre esteve do meu lado.
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    Essa é a nossa gente.
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    Nunca mais tive o "DCE"
    Desconto para Clientes Especiais
    É a crise!
    — com Zeugles Alves.
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    — com Fernando Brasilino.
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    — com Williana Mangueira.
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    E belas mulheres
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    — com Corrinha Chagas e Williana Mangueira.
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    Essa é a nossa gente.
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    Benício, pegou a cobra, no forum, ao gabinete da juíza, sem receios.eh.eh,eh
    "Cabra Macho"
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    Essa é a nossa gente.
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    Oficiais de Justiça e técnicos, ao lado do advogado MARLENO BARROS, ex-prefeito de Itaporanga.
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    Campainha diferente. É um chocalho mesmo
    E ainda por cima é criativo
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    — com Marcos Venicius Vicente e Paulo Rainério Brasilino.
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    — com Vicente Tobias Filho.
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